terça-feira, 31 de julho de 2012

Sensualidade ou Sexualidade?

Os dois!
Esse mundo é de fantasias. Tudo pode! Tudo é bom!
Todos têm, sem exceção, algo explodindo por dentro, e reprime, esconde e surpreendem-se com um falso moralismo. Ninguém escapa disso, porque esse é o extinto do ser, e quem não se entrega, sofre distúrbios, preconceitos, e se reprime, encontrando a solidão, aquela que é sentida em meio á todos, aquela que é invisível aos olhos de qualquer um, porque ninguém pode negar a essência, pois é ela que alimenta a alma e são várias as essências, se apenas uma fosse, seríamos todos loucos, sofreríamos tanto com a ausência e inconstância das coisas, que certamente, seríamos loucos.
Bendito seja aquele que se entrega aos desejos da alma.
Não existe vulgaridade no desejo. A mulher tem que ser sensual e sexual.
Não se pode perder a espontaneidade, nem deixar de ser delicada. Isso faz bem, massageia o ego. O que nos faz excitante, além de ser desejada, é ter o melhor apreciado. Quando falo do melhor, devo esclarecer que estes são os cuidados, porque perdemos algum tempo cuidando do todo, e a recompensa é ser tocada com o respeito de quem entende os anseios. Respeito e não pudor! A sintonia facilita sentir o cheiro do desejo na pele. Cheiro é outro extinto. Quem não se entrega, não tem seu potencial reconhecido. E toda vaidade precisa de uma razão de ser. Não existe pecado na vaidade, pecado é o desperdício, desejos desperdiçados. A melhor maneira de satisfazer as vontades, é saciá-las.

Aldren