"Nas funduras, os rios são escuros e tranquilos, como o sofrimento dos homens..."
Na superfície do rio é o tempo que flui, sem parar - o tempo passa, a vida vai se perdendo nas águas do nunca mais. Resta então a saudade sem remédio, caso tenha havido amor e alegria. A festança ao fim do tempo só se justifica se amor não houve, nem alegria. A perda da coisa amada não pode ser festejada. Só pode ser lamentada. (R. Alves)
